O vídeo acima mostra uma biópsia embrionária de blastocisto. É uma técnica auxiliar à análise de PGT-A (Teste genético pré-implantacional para aneuploidia) que retira algumas células do embrião sem causar danos. A biópsia pode ser realizada no terceiro, quinto, sexto ou raros casos em sétimo dia de desenvolvimento embrionário.

Para melhorar as taxas de gestação ao identificar os embriões que são cromossomicamente normais, introduzimos testes especificamente desenvolvidos para uma triagem citogenética desses embriões. Esses tipos de testes focam o uso da tecnologia desenvolvida para o DGPI, e hoje a metodologia é chamada de Screening Genético Pré-implantacional (PGS), ou Screening de Aneuploidia Pré implantacional (PGD-AS). Considera-se prudente e benévolo
realizar a biópsia embrionária para o PGS referente à idade avançada, em mulheres acima de 37 a 39 anos que gerem ao menos seis embriões em condições de biópsia.21 Para mulheres que geram um número muito pequeno de embriões, é discutível o uso do DGPI. A Tabela 1 mostra o aumento da taxa
de implantação após o PGS, conforme a idade materna. Entre as outras indicações de PGS, destacam-se a falha repetitiva de implantação e a idade materna.

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