Equipe CHROMOSOME brilhou no XXI Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida

CBRA 2017

Equipe CHROMOSOME brilhou no
XXI Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida

A clínica e laboratório Chromosome Medicina Genômica, de São Paulo, contribuiu significativamente na edição de 2017 do congresso de reprodução humana assistida mais prestigiado do país, que aconteceu nos dias 2 a 5 de agosto.

Equipe Chromosome Medicina Genômica - CBRA

Equipe Chromosome: da esquerda para a direita – Alex Marcel, Caio Graco, Ciro Martinhago, Kalina Endo, Gisleine Pereira, Augusto A. de Mello e Carolina Darin.

Dr. Ciro Martinhago - 21 CBRAForam palestras e debates sobre temas da Genética Reprodutiva que certamente elucidaram dúvidas e colaboraram com o conhecimento dos participantes sobre assuntos genéticos minuciosos e importantes que envolvem a reprodução humana assistida.

O tema da palestra do Dr. Ciro Martinhago, diretor da Chromosome, intrigou a plateia já a partir do título: “Será que estamos descartando embriões saudáveis?”. Foi uma aula interessante sobre a fisiologia do mosaicismo e sobre estudos recentes que exigem uma revisão do protocolo clínico das clínicas de reprodução em relação aos embriões mosaicos. (Veja no website da Chromosome um dos artigos sobre Mosaicismo que embasou a aula do Dr. Ciro Martinhago).

Mesas Redondas

O Dr. Ciro também foi mediador da mesa redonda “Genética e Reprodução Assistida” na qual foram apresentadas e discutidas as aulas: “Testes genéticos pré-implantacionais para aneuploidia para todas as pacientes”, realizada pelo Dr. Eduardo Motta, da Clínica Huntington de Medicina Reprodutiva e “Rastreamento de doenças genéticas na população de reprodução assistida: é válido?”, pela Dra. Leila Montenegro Silveira Farah, da Clínica e Laboratório de Genética-Labgen.

21 Congresso de Reproducao Assistida - Dr Ciro Martinhago

A conclusão foi que, embora o PGS não deva ser indicado para todas as pacientes, dados apresentados na aula mostram uma significativa melhora na taxa de implantação para pacientes a partir de 35 anos. É indicado o rastreamento implantacional somente para casais consanguíneos; para casais que não tenham histórico de doenças hereditárias não é indicado.

Alex MarcelNessa mesma mesa redonda, o mestrando Alex Marcel, da equipe do laboratório de biologia molecular da Chromosome, apresentou um relato de caso que também ganhou grande interesse dos congressistas: “O primeiro caso da América do Sul de diagnóstico genético pré-implantacional para selecionar embriões compatíveis para transplante de células tronco de cordão como tratamento de anemia falciforme”.

Pôsteres

No congresso foram expostos dois pôsteres da Chromosome: “The use of preimplantation genetic diagnosis-pgd to avoid materno-fetal blood group incompatibility in rh-sensitized women” que aponta o PGD como ferramenta para garantir uma gravidez sem riscos para mães que foram imunizadas durante a gravidez por conta do sistema Rh incompatível com gestações anteriores ou em casos de alterações genéticas que envolvam o sistema imune.

O outro pôster exposto pela Chromosome foi produzido em colaboração com a Clínica Androfert de Campinas e teve o título: “Embryo euploidy rate by next generation sequencing is related to female age but not to the number of embryos generated”. Esse pôster indicou que as taxas de euploidia de blastocistos diminuem em função do aumento da idade feminina, mas não com o aumento no número de embriões para a mesma faixa etária. Conclui que as chances de atingir pelo menos um embrião euploídico são aumentadas se pelo menos 5 blastocistos estiverem disponíveis para biópsia e análise NGS.

Este trabalho levou o prêmio de melhor pôster apresentado no congresso, motivo de grande orgulho da equipe Chromosome.

Certificado SBRA - Chromosome

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